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segunda-feira, 14 de março de 2011

Governo de sobrevivência nacional.

Precisamos de talentos conhecedores do terreno e não de actores políticos, se queremos salvar o país da bancarrota, do desespero pessoal e de mortes emocionais ou provocadas por delinquentes comuns.
Aparentemente os partidos políticos estão completamente partidos e nem eles mesmo se entendem. Como poderemos continuar a confiar o nosso país a esta corja de oportunistas, que só pensam nas próximas eleições?
Durante uns tempos, ainda tive a confiança em que alguns políticos poderiam ter mais bom senso e atalhar por uma via mais nacionalista em pró duma unidade táctica e necessária, no presente.
Em vão esperei descortinar, a ténue luz ao fundo deste tenebroso túnel onde nos encontramos. Ninguém manifesta propósitos concretos, que me levem a considerar que pensem naquilo que poderiam fazer pelo país, ao invés de pensarem, que poderia fazer o país por eles. (analogia a JFK)

Só sou confrontado com corrupção, suspeitas de ilegalidades e perdas avultadas das obras públicas.
O crime de colarinho branco funciona neste país. Para quê mudarem de práticas, se depois são colocados noutros postos (tachos), com incremento nos ordenados e nas mordomias?

Devemos parar este comboio carregado de interesses pessoais e de responsabilizar a classe política.
Há 37 anos que andamos às voltas, tentando morder a própria cauda e sem encontrar o caminho certo. Somos animais mais inteligentes e o país necessita de atitudes inteligentes para se recompor.
Precisamos de protagonistas inteligentes e teremos que procurá-los fora da actual esfera política.

É chegada a hora de mudar as regras do jogo político. Estas, já provaram ser inadequadas.
Apelo ao Presidente da República que faça uso do seu poder Constitucional e que declare o estado de emergência política já. Artigo referente: O desastre iminente e o Presidente de 09/10/10, neste blogue.

A utilização de recursos humanos tecnocratas e nacionalistas é fundamental para este fim.
Apresento alguns talentos esclarecidos (possíveis candidatos a um futuro Senado), para um conselho eleitor, da formação dum futuro Governo de Salvação Nacional:
António Carrapatoso; António Gomes de Pinho; António Maldonado Gonelha; António Mexia; António Vasco de Mello; Armando Pascoal; Diogo Vaz Guedes; Eduardo Costa; Estela Barbot; Francisco Pinto Balsemão; Francisco Sousa da Câmara; Henrique Granadeiro; Ilídio Pinho; João de Menezes Ferreira; Jorge Armindo; José Roquette; Jorge Braga de Macedo; José Lamego; Mário Pinto; Paulo de Pitta e Cunha; Pedro Queiroz Pereira; Ricardo Salgado; Rui Mateus; Salvador Guedes; Vasco José de Mello.
Recorro primeiro a estes cidadãos, por estarem inseridos na estrutura do Fórum Portugal Global e como integrantes da Comissão Trilateral, estão suficientemente esclarecidos e apoiados internacionalmente.

Senhor Presidente Cavaco Silva, o senhor falhou durante os seus governos e também no seu primeiro mandato. Por favor, não falhe neste segundo. É a única e derradeira esperança do país.
Sei que não é sábio por não se valer das experiências dos outros países desenvolvidos, mas seja inteligente a aprenda com as suas próprias e fazendo agora, o que deve ser feito para o bem deste país que jurou defender, e, mais importante, dos cidadãos que em si confiaram nas eleições.
Oiça a voz do povo expressa nos programas de opinião, produzidos por todos os canais de televisão.
O povo já saiu à rua e deve reagir já, antes duma catástrofe nacional de dimensões incontroladas.
Não seja mais um dos que nos abandona, depois de defender os interesses na história presidencial.
Deixe a posição reactiva e apenas defensora duma Constituição revolucionária e anti-patriótica.
Faça aquilo que nos prometeu, ao dizer que seria mais interventivo neste segundo mandato.
Não se limite a vetar algo que posteriormente a Constituição o obrigue a promulgar ou seja decretado.
Haja com patriotismo e dê-nos a segurança que precisamos, actuando duma forma activa.

Assuma a atitude correcta para a defesa de Portugal. Para isso foi reeleito.
A bem da Nação.

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