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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Estados Federados da Europa

Desde 1954 que está definida a estratégia para um Governo Mundial Único. Esta nova instituição política e social dependerá dum único poder centralizado, não eleito.
Para alcançar estes objectivos, várias etapas evolutivas para a transformação das diferentes sociedades deverão ser cumpridas. É um projecto a largo prazo e a agilização do mesmo, depende sobretudo da individualidade dos diferentes povos e da sua fragilidade, na resistência às pressões exercidas.

Para dobrar esta resistência nacionalista nada melhor que tirar-lhes o pão, alterando definitivamente a estrutura social das nações e as células independentes da organização familiar, criando o caos comum.
Este processo foi iniciado na década dos 60's, orquestrando artificialmente crises, que sujeitam as pessoas a dificuldades físicas contínuas mas sobretudo mentais e emocionais, mantendo-as num estado de desequilíbrio perpétuo no Médio Oriente, América Latina e África. A Austrália começou agora.
Confusas, famintas e desmoralizadas, as diferentes sociedades entrarão numa apatia generalizada.
Este processo está em curso actualmente, provocado pelos diferentes governos que já estão submissos a esta doutrina social futura, que são a maioria dos países Cristãos e alguns Muçulmanos.

Algumas etapas já foram cumpridas e outras estão em desenvolvimento em Europa:
A criação da União Europeia e da moeda única foram os primeiros passos. Falta a Inglaterra, impedida pela resistência imperialista dos seus nativos, mas é uma questão de tempo até aderirem ao euro. Claro que o euro é uma moeda transitória, até à criação da nova moeda mundial, dentro de algumas décadas. Os novos países a ingressarem à união, já não terão as prerrogativas da Inglaterra.

O controlo centralizado das políticas internas e externas, já está em prática em toda a Europa.

Ainda não foi imposto o novo sistema jurídico europeu, mas a existência do Tribunal Europeu é a confirmação do futuro nesta área. Dentro de pouco tempo, será este o Tribunal de Direito Único.

Um bloco de comércio central está em progresso, com a Alemanha e o norte da Europa, à cabeça.

Na área militar e policial, a responsabilidade militar já foi transferida para nova NATO e ordenada aos países periféricos. O controlo policial será individual, se os países controlarem as revoltas internas.

Um estado social único, já foi iniciado e está a ser imposto aos diferentes países da CEE, acentuando-se nas novas directivas da pré-aprovação dos diferentes Orçamentos de Estado, que terá incidência nas áreas laborais e da providência social, criando mais igualdade entre todas as Nações.

O controlo centralizado da educação incipiente ainda, é o meio de apagarem as memórias às novas gerações, dum passado de êxitos, conquistas e de impérios individuais. Este é o processo da reeducação que ditará uma nova história, gerando os lineamentos dum novo conceito de carácter Europeu.

Já iniciaram a etapa do crescimento zero, impedindo a prosperidade e o progresso individual dos países, que desta forma estarão vulneráveis à repressão do poder Europeu. Os povos aceitarão qualquer dogma, em troca de pão, tecto e segurança. Apenas os países Nórdicos crescerão nesta etapa.

Esta realidade confirmada pela história recente da Europa e pelas circunstâncias sociais actuais, defendem a minha teoria de que a crise foi provocada a nível mundial e de que a sobrevivência dos países Europeus passará por normativas de Bruxelas, que à sua vez, depende do poder centralista.
Portugueses, não esperemos para já soluções na justiça, relações laborais, segurança, emprego, saúde e demais direitos constitucionais, porque elas ser-nos-ão ditadas, quando o nosso povo estiver desesperado e receptivo a quaisquer condições impostas por Bruxelas.

As próximas ajudas para a salvação dos países em crise violenta e para os próximos em vias do mesmo, serão outorgadas duma forma faseada, para que o estado de insegurança psicológica se mantenha por vários anos, impedindo apenas e entretanto, que o desequilíbrio da balança comercial, não prejudique outros países antes da agenda programada para o efeito. Os próximos serão a Bélgica, França, Espanha e Portugal. A Inglaterra já está minada, restando-lhe o tempo em que logre controlar o valor do petróleo.

O Banco Mundial/FMI através de Bruxelas, está a adiar a sua interferência para criar as condições de dependência necessárias, a que todos os países europeus tenham que recorrer ao FMI num futuro próximo, para cumprir com este desígnio. Depois dedicar-se-ão ao Extremo Oriente, através do Japão.

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