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domingo, 30 de janeiro de 2011

PT joga na OI

Uma grande vitória para a PT. Parabéns. Com este investimento a PT conseguirá dividendos fabulosos e isentos de impostos. Estão definitivamente fora do controlo português, os futuros dividendos obtidos nesta compra, assim como as remessas de capital, que posteriormente serão canalizadas para a OI e que estarão isentas dos impostos nacionais.

A OI é uma empresa que nasceu duma jogada fraudulenta do ex-presidente Lula, favorecendo o seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, que foi monitor do Parque Zoológico de São Paulo até 2003 e que recebendo apenas um ordenado mensal de seiscentos reais, no ano seguinte, teve uma ascensão económica exponencial. Fábio Silva, fundou a milionária empresa Gamecorp em 2004, que produz conteúdo para o público jovem de telemóveis da OI, tendo recentemente entrado no ramo da televisão, com a parceria do Grupo Bandeirantes de Comunicação formando a PlayTV.
O maior escândalo desta empresa, foi quando a Gameport recebeu um aporte de cinco milhões de reais do Grupo Telemar (actual OI), que era uma operadora do governo brasileiro.
A empresa OI, nasceu da corrupção de poderes e será uma excelente base de lavagem de dinheiro.

Lula, durante os seus governos, foi o presidente com maiores suspeições de corrupção no Brasil e sabe fazer amigos convenientes. Foi o único presidente a defender Assange, cito:
"O Presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, disse hoje que a detenção de Julian Assange, fundador do WikiLeaks, é um ato “contra a liberdade de expressão”. "O que acho estranho é que o rapaz que estava desembaraçando a diplomacia foi preso e eu não estou vendo nenhum protesto contra a liberdade de expressão”, afirmou o Presidente." (http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=41139)

Com esta parceria na PT, o governo demonstra que partilha a imoral criação da OI e que também apoia as suas estratégias corruptas. O Estado Português deveria emancipar-se desta parceria que mancha a nossa credibilidade internacional, terminando de vez com a Golden Share.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A Casa Pia chora

Mais outro acto numa má comédia. O famoso BIBI afinal mentiu e os culpados são os meninos.
Já era do conhecimento público esta anomalia congénita. Estas crianças são culpadas de haverem nascido, por isso foram armazenados no famoso provedor e classificados como carne libidosa.

A máxima moldura penal aplicada em Portugal tem o limite de 25 anos de prisão efectiva, mas com bom comportamento e o incremento da crise que aumenta os custos da permanência dos presos, saem em liberdade ao fim de 12 anos. Podem roubar, matar ou pior, violar uma criança ou 1.000, porque jamais sofrerão uma pena justiceira e muito menos punitiva. Em Portugal, o crime compensa.

É do conhecimento público, de que a permissividade dos diferentes governos, alimentou desde o Estado Novo, a depravação carnal e psicológica das crianças da Casa Pia, às mãos de senhores poderosos.
Porque razão seria ser diferente nestes casos? Em que políticos foram manchados e afastados do quadro nacional até ao esquecimento do povo e em que os actuais condenados, talvez sejam ilibados por provas inconclusivas ou no pior dos casos, absolvidos.

A envergadura deste processo e o seu contexto social, provocou o final do Tribunal da Boa Hora e exigiria um colégio de juízes para a sua apreciação. Ao contrário, o nosso sistema jurídico permite sucessivas mudanças de julgadores, a conspurcação dos processos e a dilação dos mesmos. Ao longo destes quase 9 anos, só temos constatado revisões às leis relacionadas com a pedofilia de acordo às personalidades envolvidas. Paulo Pedroso, Ferro Rodrigues, Jaime Gama, Herman José, já saíram de cena pelas razões conhecidas, mas Carlos Cruz, Carlos Silvino(BIBI), Manuel Abrantes, Jorge Ritto, Hugo Marçal, Ferreira Diniz, e Gertrudes Nunes foram julgados por crimes de abuso sexual. Termina o julgamento, e algumas das leis mudadas em 2007 voltaram agora a ser alteradas.

Esta é a nossa justiça.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Estados Federados da Europa

Desde 1954 que está definida a estratégia para um Governo Mundial Único. Esta nova instituição política e social dependerá dum único poder centralizado, não eleito.
Para alcançar estes objectivos, várias etapas evolutivas para a transformação das diferentes sociedades deverão ser cumpridas. É um projecto a largo prazo e a agilização do mesmo, depende sobretudo da individualidade dos diferentes povos e da sua fragilidade, na resistência às pressões exercidas.

Para dobrar esta resistência nacionalista nada melhor que tirar-lhes o pão, alterando definitivamente a estrutura social das nações e as células independentes da organização familiar, criando o caos comum.
Este processo foi iniciado na década dos 60's, orquestrando artificialmente crises, que sujeitam as pessoas a dificuldades físicas contínuas mas sobretudo mentais e emocionais, mantendo-as num estado de desequilíbrio perpétuo no Médio Oriente, América Latina e África. A Austrália começou agora.
Confusas, famintas e desmoralizadas, as diferentes sociedades entrarão numa apatia generalizada.
Este processo está em curso actualmente, provocado pelos diferentes governos que já estão submissos a esta doutrina social futura, que são a maioria dos países Cristãos e alguns Muçulmanos.

Algumas etapas já foram cumpridas e outras estão em desenvolvimento em Europa:
A criação da União Europeia e da moeda única foram os primeiros passos. Falta a Inglaterra, impedida pela resistência imperialista dos seus nativos, mas é uma questão de tempo até aderirem ao euro. Claro que o euro é uma moeda transitória, até à criação da nova moeda mundial, dentro de algumas décadas. Os novos países a ingressarem à união, já não terão as prerrogativas da Inglaterra.

O controlo centralizado das políticas internas e externas, já está em prática em toda a Europa.

Ainda não foi imposto o novo sistema jurídico europeu, mas a existência do Tribunal Europeu é a confirmação do futuro nesta área. Dentro de pouco tempo, será este o Tribunal de Direito Único.

Um bloco de comércio central está em progresso, com a Alemanha e o norte da Europa, à cabeça.

Na área militar e policial, a responsabilidade militar já foi transferida para nova NATO e ordenada aos países periféricos. O controlo policial será individual, se os países controlarem as revoltas internas.

Um estado social único, já foi iniciado e está a ser imposto aos diferentes países da CEE, acentuando-se nas novas directivas da pré-aprovação dos diferentes Orçamentos de Estado, que terá incidência nas áreas laborais e da providência social, criando mais igualdade entre todas as Nações.

O controlo centralizado da educação incipiente ainda, é o meio de apagarem as memórias às novas gerações, dum passado de êxitos, conquistas e de impérios individuais. Este é o processo da reeducação que ditará uma nova história, gerando os lineamentos dum novo conceito de carácter Europeu.

Já iniciaram a etapa do crescimento zero, impedindo a prosperidade e o progresso individual dos países, que desta forma estarão vulneráveis à repressão do poder Europeu. Os povos aceitarão qualquer dogma, em troca de pão, tecto e segurança. Apenas os países Nórdicos crescerão nesta etapa.

Esta realidade confirmada pela história recente da Europa e pelas circunstâncias sociais actuais, defendem a minha teoria de que a crise foi provocada a nível mundial e de que a sobrevivência dos países Europeus passará por normativas de Bruxelas, que à sua vez, depende do poder centralista.
Portugueses, não esperemos para já soluções na justiça, relações laborais, segurança, emprego, saúde e demais direitos constitucionais, porque elas ser-nos-ão ditadas, quando o nosso povo estiver desesperado e receptivo a quaisquer condições impostas por Bruxelas.

As próximas ajudas para a salvação dos países em crise violenta e para os próximos em vias do mesmo, serão outorgadas duma forma faseada, para que o estado de insegurança psicológica se mantenha por vários anos, impedindo apenas e entretanto, que o desequilíbrio da balança comercial, não prejudique outros países antes da agenda programada para o efeito. Os próximos serão a Bélgica, França, Espanha e Portugal. A Inglaterra já está minada, restando-lhe o tempo em que logre controlar o valor do petróleo.

O Banco Mundial/FMI através de Bruxelas, está a adiar a sua interferência para criar as condições de dependência necessárias, a que todos os países europeus tenham que recorrer ao FMI num futuro próximo, para cumprir com este desígnio. Depois dedicar-se-ão ao Extremo Oriente, através do Japão.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Fim dum mito político

Durante séculos, os sucessivos regimes políticos, estiveram enraizados dentro de opções condicionadas pelos próprios regimes.
Ontem, a liberdade do povo tomou uma nova expressão política, ao apoiar expectativas não previsíveis. Será uma mudança de novas vontades políticas ou um voto castigo?
Foi uma manifestação de cansaço, do presente regime político.

Num universo oficial de 9.629.630 eleitores, com muitos mortos à mistura porque o sistema não tem recursos informáticos para a actualização automática dos óbitos, somada às irregularidades do CU, concluímos a falsidade da abstenção. É uma prática habitual em todas as eleições e nestas não foram utilizados como votos preferenciais, porque não estava em jogo a luta de partidos.
Destacaram-se nestas eleições, três fenómenos políticos que merecem especial atenção, porque denunciam um chamado à mudança da presente estrutura política e social.

O grande perdedor foi Francisco Lopes. Com apenas 7,14 % e um orçamento de 800.000 euros, teve uma resposta negativa e o seu futuro político está em risco. O PCP continua a perder terreno e jamais o recuperará. Toda a esquerda em geral, perdeu nestas eleições. Este fenómeno demonstra as mudanças que se estão a operar na sociedade portuguesa. São o reflexo da nova tendência mundial.

O maior destaque foi para Fernando Nobre, cujos 14,15 %, demonstram uma vontade social incipiente pela mudança do nosso sistema político viciado, que deve seguir o exemplo dos países industrializados. Esta votação, alenta o povo para a exigência de mudanças do actual sistema parlamentário, baseado no pluralismo de expressão global, que se presta a favoritismos pessoais.
A alternativa é aquele que se baseie na soberania popular, de representatividade directa e nominal.
É urgente esta alteração constitucional.

A maior surpresa foi José Manuel Coelho. Esta figura jactanciosa e com um orçamento de apenas 90.000 euros, logrou 4,5% do eleitorado, graças à sua irreverência. Cativou um espectro de votantes revoltados, que o apoiaram emocionalmente contra o actual sistema supressor de vontades laborais e de direitos sociais. Esta posição surpreendente é assustadora, pois pode conduzir a poderosas expressões convulsivas da sociedade. Estes fenómenos sucedem com maior incidência, nos sistemas políticos inibidores e corruptos, onde a injustiça prevalece ao criarem uma maior desigualdade de direitos e de insegurança, no seio das sociedades.

Finalmente terminaram a contaminações eleitorais. Voltamos ao futebol e às novelas.
A repetição destas práticas eleitorais de 4+4, para que nos últimos 4 anos de presidência seja desempenhada uma intervenção mais activa, porque já não pode perder outra eleição, induz à dedução lógica, de que o primeiro período é dedicado a cativar votos para a última eleição.
Não desempenham o cargo com a devida responsabilidade de estado, na defesa da Nação.

É uma hipocrisia presidencial, e leva-me a propor que o prazo presidencial seja apenas de oito anos.
Desta forma, o presidente fará aquilo para que foi eleito, desde o primeiro ano.
Se durante os primeiros 4 anos alimentámos uma equipa inoperante, assim, pouparemos dinheiro e ganhamos em efectividade, desde o primeiro tempo.

domingo, 23 de janeiro de 2011

CU enganador

A criação do Cartão Único (CU) ou Cartão do Cidadão, foi uma promessa de simplificação para facilitar a vida dos cidadãos… com um maior controlo do estado.

Afinal a tal promessa do governo de Sócrates, resultou em mais uma mentira e engodo para não podermos votar nestas presidenciais. O governo que mal gasta tanto dinheiro, não se permitiu fazer uma campanha prévia às eleições, esclarecedora da necessidade prévia de averiguar qual o nosso número de eleitor. Não precisava de ser maior que a utilizada para a informação da criação do CU.
Só agora sabemos que o CU não substitui o Cartão do Eleitor. Tarde e a más horas.

Quanto troquei o CU por todos os meus outros cartões, fui advertido, que substituiria todos os outros cartões entregues e tive que entregar também o meu cartão de eleitor, onde estava identificado o correspondente número. Na ocasião, fui informado que já não teria que ir à minha Junta de Freguesia para votar, podendo votar nos centros de voto habilitados, em qualquer local no país. Pareceu-me óptimo pela liberdade de movimento nessa data, mas afinal foi mentira.
Se bem é certo que a ignorância da Lei não a invalida, mais certo é que não fomos advertidos que deixávamos de ter o Cartão de Eleitor e que deveríamos procurar o número por outras vias http://www.portaldocidadao.pt/PORTAL/pt/noticias/01_2011/NEWS_eleicoes+presidenciais+2011++dia+23+exerca+o+direito+de+voto.htm, que não a de consultar simplesmente o dito cartão que estaria em nosso poder.
Porquê nos tiraram o Cartão de Eleitor, se o CU não o substitui?

Temos que consultar o Recenseamento Eleitoral ou no Portal do Eleitor que nada nos informa porque não tem a capacidade informática de resposta ou foi bloqueado para conveniência do PS.
Vamos à Junta de Freguesia e eles tampouco têm a informação necessária. Não votamos porque desconhecemos o tão necessário número.
Isto não simplificou a vida de ninguém. Isto foi mais um truque para enganar os Portugueses, para que não pudéssemos exercer os nossos direitos de eleitores.

Esta falha nestas eleições e que provocará uma maior abstenção, é da responsabilidade deste irresponsável governo.
Como sempre não haverá culpados e quem sai prejudicado é o cidadão. Sofremos actualmente as maiores vicissitudes económicas e sociais e agora mais uma, por causa do CU.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Campanha inútil

Tantos candidatos iníquos e perturbadores. Não tivemos exemplos dignos da magistratura cobiçada. Foi a mais podre campanha a que me foi permitido viver e já vivi e participei em algumas (não em Portugal), com êxito e muito mais substanciosas.
Todos e qualquer um em particular, deram um mau exemplo da política nacional. Uns por cobiça, outros por desforra e outros ainda, para descrédito punitivo do eleito.
Nada aportaram em dignidade e exemplos de liderança, nem em criar expectativas credíveis.
Nenhum vai ganhar. Todos vão perder, assim como o país. Foi um gasto desnecessário numa época tão pobre e cheia de mágoa pelo passado, fomentado de alguma forma por todos os envolvidos nesta campanha.
Só houveram manifestações indignas de qualquer político que se preze. Esta não foi uma campanha para as presidenciais. Foi uma campanha para o descrédito de Portugal.

Estamos seguros de que ganha Cavaco, tal como comentei no artigo " O próximo Presidente da República" publicado a 30/12/10. Esta campanha não alterou em nada, o resultado por todos nós conhecido. Apenas definiu que mesmo o ganhador, perdeu, pela pobreza de valores nacionais manifestada durante a respectiva campanha e a mancha da dúvida criada, sobre a sua honestidade.
Até o motivo do apelo que fiz aos portugueses para que o elegessem à primeira volta, no artigo referido antes, serviu para o mesmo apelo feito pelo Presidente Cavaco Silva. Salvo a ridícula justificação do aumento dos juros da dívida, pois desconheço qual é a teoria económica, que implícita tal influência.

Nenhum dos candidatos teve uma campanha adequada. Certamente não há em Portugal directores de marketing institucional ou de imagem, capacitados para assessorar os candidatos. Os chefes de campanha foram escolhidos entre compadres ou amigos e esses, apenas servem para companheiros de borgas.

Não vou nomear ninguém, porque já o fiz nos artigos referentes aos debates das eleições e depois da assombrosa manifestação da mediocridade política de cada um, apenas me resta concluir que devemos alterar o nosso sistema democrático.

Portugal deve mudar do sistema parlamentário para presidencialista ou talvez monárquico.
Poupávamos muito em eleições de cargos redundantes e haveria menos corrupção.
O Tribunal Constitucional pode desempenhar o papel do presidente, na defesa da Constituição. Nesta área o presidente é apenas o moço de recados. Tem o direito de veto mas que pode ser contornado, com uma nova redacção, sem a "tal vírgula". Nem para isto faz falta o Presidente.
Para Comandante em Chefe das Forças Armadas, serve o Ministro da Defesa ou o Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas.
Pouparíamos muito dinheiro ao erário público.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Suspeita fuga de reclusos

À guarda da polícia e identificados como perigosos, escapam-se com a facilidade de quem rouba uma chupeta a uma criança.
Suspeitos por tráfico internacional de droga, logram escarpar-se utilizando gás-pimenta contra os guardas que os escoltavam.
Após a fuga ainda conseguem roubar uma viatura. A fuga deve ter sido planeada antecipadamente e com a cumplicidade de alguém poderoso.

É muito estranho que os guardas prisionais, supostamente habituados a lidar com delinquentes,
não os tenham algemado devidamente, nem revistado antes de entrarem no carro celular.
O gás-pimenta ou foi obtido no interior do Estabelecimento Prisional de Lisboa ou lhes foi facilitado no percurso até ao DCIAP.
Aparentemente houve trocas de disparos, também estavam armados ou furtaram uma das armas aos guardas? Isto é muito grave pelos dois lados, porque se estavam armados, definitivamente houve cumplicidade dos guardas, se não, o guarda que permitiu que lhe furtassem a arma, terá que ser investigado e castigado disciplinarmente.

Dos três guardas presentes, só conseguiram deter um dos presos. Será que este não pagou a sua evasão ou os ditos guardas são insuficientes, incapazes e inoperantes no terreno?
Incógnitas que ficarão sem respostas para o povo comum e coitadinhos dos guardas que continuarão a desempenhar o seu labor e talvez até com distinções de mérito. Esta é a nossa moral em segurança.

Algo sórdido há por detrás desta fuga. Cumplicidade dos guardas? A dúvida já existe.
Cabe às autoridades averiguar as responsabilidades, mas estarão interessadas nisso?
Se houve corrupção e cumplicidade dos guardas, é uma vergonha internacional. Têm que prendê-los e como culpados, vão parar às prisões onde habitam os delinquentes que vão gostar de recebê-los. Se saírem vivos, voltam ao trabalho pela defesa da Lei Laboral ou vão para seguranças privados.
Se não houve cumplicidade e foi apenas um desleixo com manifesta incapacidade para desempenharem o seu trabalho, o governo ficará muito mal visto e terão que despedi-los. Será por justa a causa?

O que nos será permitido saber oficialmente, é que foi uma daquelas situações imprevistas e que as autoridades se comprometerão, que casos destes não voltarão a suceder, até ao próximo.
Assim o povinho fica todo feliz e contente.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

O aumento do petróleo

Este inconveniente aumento do preço do petróleo não é casual, e muito menos o vazamento no oleoduto Trans Alaska (também explorado pela BP) no passado Domingo 9 de 2011, localizado no distrito North Slope no Alaska.
Se realmente houve o dito vazamento, temos que concordar que foi muito conveniente para algumas economias, nomeadamente a Americana e a Inglesa.

As maiores dívidas públicas ocidentais, são as destes dois países e nesta mesma ordem. Os Estados Unidos com 94% e a Inglaterra com 416% do PIB, referente ao final do 1º semestre de 2009.
Se bem que também estão em 1º e o 3º lugar em activos externos, a crise económica actual não permite neste momento, a repatriação dos capitais da rentabilização desses mesmos activos o que leva a contabilizar um custo negativo dos mesmos, com um elevado défice nas contas públicas externas.

Nesta operação aritmética, incide duma forma muito favorável o aumento do valor do petróleo. Supostamente a válvula do oleoduto será reparada esta semana e a produção voltará aos níveis anteriores, mas o que certamente não será corrigido é o valor de venda do petróleo, aos mesmos valores antes da suposta avaria.
Bilhões de dólares extra entrarão nos cofres destes países, enquanto que valores similares serão gastos extra, para as economias dependentes deste ouro negro. É a lei do mais forte.

Mais um factor de desequilíbrio nas economias deficitárias e que foi introduzido duma forma inesperada, mas com factores muito favoráveis para os Estados Unidos que atravessa uma crise política grave e para a Inglaterra que não tem outra forma de amortizar a enorme dívida para com a CEE e também para evitar uma nova recessão. (http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=463103)

Não está garantida a salvação da administração Obama com esta manobra, tal como não está segura a coligação de David Cameron, Conservador com Nick Clegg dos Liberais.
A única garantia a exalar desta manobra exploradora, é uma maior dependência das economias em risco, para com o FMI ou para com o Fundo de Estabilização Europeu, que foi criado para emancipar as economias europeias da influência Americana. Mas não o será por muito tempo, porque alguns países europeus estão envolvidos com esta estratégia global Americana.

Os estados que queiram manter por mais algum tempo a sua independência, terão que recorrer aos seus recursos internos para o desenvolvimento de fontes de produtos transaccionáveis de exportação, com uma maior aposta nos recursos humanos próprios ou em último recurso na captação de capitais externos, para uma aposta produtiva nacional, com maior percentagem de valor acrescentado, aparte da mão-de-obra.

O aumento dos combustíveis em Portugal, é agravado pelos impostos e pela descarada gula da GALP que declara aumentos de custos (ordenados?), mas não se coíbe de macro investimentos exteriores. Têm direito ao lucro, não assim à usura legal e apadrinhada por todos os políticos a começar pelo Presidente da República. A Autoridade da Concorrência é uma burla num só acto, formada por fiéis obedientes do poder do governo.
Estamos numa república das bananas, em que a extorsão deste bem essencial e dinâmico do desenvolvimento nacional, é legalizada pela nossa Assembleia de oportunistas políticos, salvo os honestos que lá estejam, mas que desconheço quem sejam.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Início da Crise Mundial

É uma crise provocada por objectivos consumistas a nível global e promovida por interesses políticos, oriunda do poder financeiro mundial, com os bancos americanos à cabeça.
O resultado excedeu as expectativas de desestabilização programadas pelas forças financeiras envolvidas, em virtude do descalabro da crise do subprime em 2006, pelos empréstimos de alto risco que foi a maior manifestação usurária, da ganância financeira.
A volatilidade dos mercados de oferta e a insuficiência das reservas legais de risco, alheadas à carência estratégica da adequada fiscalização por parte do governo federal americano, trouxeram como resultado o desequilíbrio das carteiras de diversos bancos. Toda a cadeia inter-bancária foi sacudida e esta situação alterou o valor das acções nas diversas bolsas, sendo necessário um reforço de capital.

Quando começaram os retiros das diversas aplicações exteriores, descobriu-se a fragilidade do sistema financeiro americano.
A falta de alavancagem autorizada pela Reserva Federal foi o detonador inicial e provocador do efeito dominó, a nível mundial. Não é importante quem deflagrou este efeito, mas sim as práticas utilizadas que permitiram este resultado e aprovadas pelos bancos centrais de todos os países.

Todo o sistema financeiro dominante, tinha como propósito o endividamento dos povos com o intuito do enriquecimento acelerado dos detentores do capital e a ampliação da sua influência política.
Esta prática começou nos anos 70 e 80 na América Latina, continuou no 90's com a crise Asiática e Russa, terminando no início de 2001, com uma nova crise Argentina. Todas estas crises ou bolhas especulativas tiveram como resultado a dependência deste países, do Banco Mundial através do FMI. As diversas ajudas económicas outorgadas para as respectivas recuperações económicas, resultaram na subserviência à política externa Americana, tal como as conhecemos hoje.

A Europa ainda não tinha sofrido os efeitos desta artimanha política. Chegou a hora da Europa em geral, depender destes poderes dominantes. Ressalto "em geral", porque há interesses financeiros europeus, que são aliados neste esquema político global.

As famílias Rothschild e Rockefeller desde sempre foram os motores da economias mundiais. Hoje têm parceiros em todo o mundo industrializado, que lutam pelos mesmos interesses de domínio político universal.
Estão a lograr os seus objectivos à escala global. Já consolidaram a sua influência nos continentes Americano, Oceânia, Africano e agora Europa. Quanto à Ásia, cuja ponta de lança é o Japão, está com mais dificuldades, pela maior influência religiosa Muçulmana.
Todas as crises económicas mundiais, têm sido provocadas pelos interesses políticos dominadores.

Em Europa há diversas correntes contrárias, com as quais souberam lutar no passado ao apoiarem o movimento Bolchevique em 1917, levando à morte dos Romanov, quando após a Primeira Guerra Mundial, Nicolau II prometeu fazer da Rússia, a primeira potência industrial do mundo.
Esta promessa, não foi bem recebida pelas famílias ocidentais mais poderosas.

Toda esta crise actual, foi provocada com interesses vis e fugiu ao controlo dos seus fomentadores.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

1.250MM de disparates

Não há político nenhum que saiba pensar neste país!!!
Até o economista Cavaco Silva se congratulou com a colocação dos 1.250.000.000 de euros da Dívida Pública a estes juros. Já sei que ele não sabe fazer contas macroeconómicas, mas muitos acreditam que sim e é pena. Estamos a enterrar-nos cada vez mais com a ajuda do Presidente.
Todos rejubilam.
Parem senhores, parem de fazer disparates.

Preconizei a entrada oficial do FMI no Natal. Não veio e foi errado.
Sócrates está a fazer tudo para adiar o inevitável mas à nossa custa. Ele sairá do Governo e os padecimentos do povo vão recair no próximo governo.
A colocação desta dívida foi a gota de água. Os mercados internacionais se tinham dúvidas, agora têm a certeza de que somos um país de atrasados, que não sabemos fazer contas.
Já esfregam as mãos de satisfação e tratam de mediar o atraso da entrada oficial do FMI, para eles ganharem mais dinheiro entretanto.

Primeiro esta colocação não é a da dívida real, mas apenas da pública e assim tentam enganar o povo.
Segundo, a este preço qualquer um que tenha liquidez, paga.
Terceiro cheira-me a manobras de favores, para a compra de cargos futuros de Teixeira dos Santos e de Sócrates, quando deixem o governo.

Claro, quem não compra um Mercedes novo por 5.000 euros? Foi assim que foi feita esta venda.
E parece que vão continuar, todos alegres e promíscuos, com o endividamento dos nossos netos.

Estes alarves do erário público, só querem ficar bem na foto, toda a vez que não há castigo para eles. Se não há castigos para os corruptos, muito menos para estas abéculas que sempre terão as contas pagas, graças a estes roubos à Nação.

Será que não há autoridade que ponha um fim a esta situação?
Mais uma ou duas jogadas destas e precisaremos de 30 anos para nos recuperarmos até voltarmos a beneficiar da qualidade de vida, que tínhamos há 10 anos atrás.

Somos uma vergonha em economia.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Economia fedorenta

Já não há dúvidas que o nosso modelo económico pereceu. Em 1976 tivemos a oportunidade de definir um rumo económico português evolucionista, mas nada foi feito nesse sentido e vivemos atrasados em relação ao resto mundo em geral. Nesta data, foi elaborada a actual Constituição Portuguesa que originou o presente desastre. Com tendências marxistas, aparte da igualdade de direitos, não identifico nenhumas outras vantagens sociais de relevo e muito menos económicas. Estamos pior que os mercados emergentes.

Somos um país de doutores, basta ouvir qualquer programa, ler alguma notícia ou escutar conversas de café, apenas identificamos as pessoas por doutores sem nome, apenas o Sr. Dr. ou o Sr. Prof. Dr..
Gentes sem identidade, numa sociedade formadora de licenciados de prateleira.
Os erros na educação foram muitos e pior a obrigatoriedade escolar até ao 12º ano. Apenas mais custos.
Não temos qualquer formação nas diversas áreas profissionais e as licenciaturas são vendidas em pacotes, sem qualquer aplicação eficaz dentro do nosso mercado laboral. Como não podem ser despedidos sem justa causa, não são empregados por todas as causas da Lei. Os títulos são só novos adornos dos seus quartos.

Terminaram as formações das antigas escolas comerciais e industriais, talvez por terem sido uma vitória do Estado Novo. Convertemos a massa trabalhadora útil, em imbecis improdutivos.
Não formamos electricistas, marceneiros, metalúrgicos, pedreiros, pintores, mecânicos, agricultores, pescadores, torneiros, canalizadores, costureiras, etc.
Hoje somos uma sociedade laboral bipolar, de licenciados ineptos e de mão-de-obra não qualificada. Subimos nas estatísticas dos níveis de escolaridade, na directa proporção dos decretos de passagem de ano administrativa. Desafio os licenciados a efectuarem exames de admissão aos grémios correspondentes.
Da velha guarda, ainda existem sérios e sábios elementos, mas esses emigraram ou estão em actividades privadas. Na política e no funcionalismo, estão os ineptos que não são eficientes e dão prejuízo.

A política, está dominada por oportunistas incultos mas com títulos e mentirosos compulsivos.
Os sindicatos estão pejados de dogmáticos marxistas, que só prejudicam as classes que representam.
Entre ambos, não existe a aplicação da teoria do Equilíbrio nas negociações, aplicando-se apenas a teoria do Prisioneiro em prejuízo da restante sociedade.
Se são tão conhecedores das verdades necessárias ao país, porque não utilizam então a sábia teoria do Problema da Negociação? Para quem desconheça as teorias que refiro e que são aplicadas desde há anos na maioria dos países industrializados, recomendo ler John Nash que esteve na Aula Magna de Lisboa.

Tenho ouvido muitos disparates nas intervenções dos nossos políticos e economistas, referente às soluções para o país mas a mais chocante, foi a entrevista de ontem entre Eduardo Catroga e a Constança Cunha e Sá. Catroga é um reconhecido economista e sabe muito, mas é um ardiloso político e a Constança não está preparada para este tipo de entrevistas ou teve medo. Das diversas vezes perguntou quais seriam as medidas que o FMI imporia ao país, não obteve qualquer resposta conclusiva. Catroga evadiu e "deu-lhe a volta" e ela não soube obrigá-lo a ser explícito. Terá sido pressionada a encolher-se ou ele controlou-a?

A resposta dou-lha e agora Constança: O FMI imporá as medidas que estão expostas no meu artigo de 06/10/2010, O "papão" FMI, e outros classificados em economia.
Apenas acrescento que pelo atraso na aplicação das medidas de contenção, explicados no artigo Muro contra o FMI, do dia seguinte, hoje serão mais drásticas, nomeadamente as referidas nas Responsabilidades do Governo, ponto 4º, para 100 deputados e no 9º em que as medidas serão implementadas até à completa recuperação da economia, que estimo demore de 15 a 20 anos e mais a aplicação das alternativas expostas no artigo Justiça cega vs. IVA anti-social.  

Deixámos de estar mal para estarmos pior. O futuro é mais tenebroso que o azeviche.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Assassínio cruel

Este vil e horrendo crime vai ser castigado e Renato Seabra perecerá na prisão americana.

Renato Seabra de 21 anos, foi detido no hospital onde se dirigiu em demanda de tratamento depois de aparentemente, se ter tentado suicidar.
Graças à imediata divulgação radial e televisiva da notícia deste macabro crime, uma enfermeira que o reconheceu e o taxista que o transportou, comunicaram às autoridades o seu paradeiro.

Depois de detido pela polícia, confessou ter espancado, assassinado e mutilado Carlos Castro na noite da passada sexta-feira.
Esclarecendo a cronologia dos acontecimentos, admitiu ter espancado a vítima durante cerca de uma hora, antes de lhe ter batido com um ecrã de computador.
O gabinete de Medicina Legal de Nova Iorque, confirma no relatório entregue à polícia que a causa da morte, foi agressões na cabeça e estrangulamento. (Não deve ter sido nesta ordem certamente)
Como móbil desta sanguinária manifestação do seu carácter, alegadamente, terá dito à polícia que não é homossexual e que cometeu o crime “para se livrar dos demónios, do vírus”, termos que a polícia interpreta como sendo referências ao comportamento homossexual.
A imprensa escreve que os dois homens se envolveram numa discussão acesa e confirmam o que, alegadamente, o jovem foi ouvido a gritar: que não era homossexual e que apenas fingia uma relação com o cronista por interesse. À polícia, o homicida Natinho, disse que já não era gay. http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=8868
Segundo fontes policiais, Renato Seabra já terá sido acusado de homicídio em segundo grau. A pena para este crime situa-se entre os 25 anos e a prisão perpétua e o jovem deverá ser presente a um juiz, que estabelecerá possibilidade ou não de fiança. (http://aeiou.visao.pt/renato-seabra-acusado-de-homicidio-em-segundo-grau=f585367)
Já a família de Renato Seabra garante que a relação entre ambos era puramente profissional e que o menino era um "anjo que jamais faria aquilo de que se acusa, a menos que, algo de especial se tivesse passado".
Claro que passou algo de especial, ignorantes familiares!
O Renatinho, descobriu-se e mostrou o seu verdadeiro carácter: Prostituto homicida.

Será acusado a mais de 25 anos, por vários motivos observados numa actuação não passional:
, porque ouve intenção de matar, depois de o torturar durante uma hora, ao efectuar a asfixia e depois utilizar o computador para se assegurar que o assassínio era logrado;
, pela mutilação pós-morte, efectuada fria e calculadamente;
, porque não chamou as autoridades e abandonou o local do crime; e
, porque foi detido por denúncia. O facto de não se ter ocultado foi devido à carência hospitalar.
Considerando o anterior, a moldura penal de homicídio em segundo grau e por ser estrangeiro, não obterá a fiança por risco de fuga e não poderá ser repatriado, porque a Lei Portuguesa não contempla esta punição para este crime. Aqui, sairia em condicional após cumprir metade da pena.
Esta aberração humana, amanhã receberá a condenação em tribunal e depois será a "honeydoll" dos presidiários. Durante uns tempos, desempenhará o papel de objecto sexual e depois cometerá suicídio ou será morto na disputa pelo seu corpinho, às mãos dos "seus homens".

Jovem e ansioso, finalmente alcançará o estrelato que tanto ansiava e pelo qual, este promíscuo e criminoso animal tantas viagens gozou e presentes recebeu, com a venda do seu corpo.

Será feita "Justiça Universal".
http://biucsproject.org/general/general_universal_justice.htm

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Parabéns José Mourinho

Este é nosso e o único «Special One»

 «Não sou mais um, penso que sou especial»

Esta convicção proferida em 2004, provocou muitas críticas mundiais, com a acusação de arrogante e falta de humildade. (http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=126&id_news=487655)

Não és arrogante (http://www.dicio.com.br/arrogante/) José, és altivo, orgulhoso e insólito, mas não és grosseiro. Já provaste o teu valor superior perante todo o mundo e com mais este merecido prémio da FIFA, consolidaste a tua história no mundo do futebol. Mereces o Guinness World Records.
Quanto à falta de humildade (http://pt.wikipedia.org/wiki/Humildade), até te ficaria mal sê-lo, porque tu és superior a todos os demais treinadores.

Orgulho e vaidade, são os sentimentos de todos os Portugueses. Tampouco somos humildes neste momento e é-nos permitida a arrogância a nível mundial, ao evocar-te José.

Obrigado José Mourinho

Pandora política

Depois de tantos anos vivendo Portugal e calejado de tantos desmanes, concluo que ainda me surpreendem alguns acontecimentos neste belo país. São diárias as surpresas. Pelo menos é um país divertido e nada monótono. Já não sei como será o dia de amanhã, em relação às picardias políticas.

Amo o meu país em igual proporção inversa, ao respeito pelos meus políticos, que não é nenhum.
Lutei militarmente pelo meu país, em defesa de ideais impostos pela "outra senhora". Agora pretendo lutar em defesa dos meus ideais de cidadão. Será uma luta bastante mais dura certamente.
Não sofri perseguições políticas pela PIDE/DGS (http://www.slideshare.net/jtcamacho/pidedgs), mas sofri perseguições políticas pelo COPCON (http://www.citi.pt/cultura/politica/25_de_abril/prec.html). Claro que os contextos eram diferentes, o COPCON era a polícia do PREC, da ditadura comunista e comandada pelo traidor e terrorista Otelo Saraiva de Carvalho e também chefe dos terroristas FP-25 (http://pt.wikipedia.org/wiki/Otelo_Saraiva_de_Carvalho).
No tempo da PIDE/DGS, alguns foram presos por defesa dos seus ideais, mas muitos mais e não contabilizados, por acusações injustas e invejas dos vizinhos.

Agora somos acossados, presos, escutados, auditados e perseguidos a maioria das vezes, apenas por discordar publicamente ou acusar alguém do poder instituído. Até já temos um portal para acusar os corruptos. Sem PIDE e sem COPCON, como se identifica esta característica? Ditadura democrática!
Muitos portugueses já foram perseguidos e obrigados e submeter-se à corrupção das autoridades actuais para evitar males maiores, já seja para evitar uma multa ou para ganhar um concurso público.
Cada vez que fala um político, mais mentiras ouvimos. Esta é triste situação nacional, em que há os políticos e amigos e os outros, que somos o povo explorado, sofredor e castigado por existir.

Começo a minha reflexão, pelos Órgãos de Soberania que são todos um engodo constitucional:
O Presidente da República não cumpre a Constituição, porque a própria redacção da mesma assim o impede logo, o juramento da Defesa da Constituição é portanto uma hipocrisia. Só tem direito a um veto por cada promulgação, mais valia não ter nenhum porque é apenas uma perda de tempo. Nestas candidaturas presentes, só vemos falsos profetas e vergonhas pessoais. Salvo Francisco Lopes, que é francamente o mais honesto com o povo e que eu saiba não nasceu duas vezes…, todos os demais são oportunistas de circunstância ou suspeitos de corrupção passiva/activa (ler o artigo "Pátio das Cantigas", publicado a 27 de Outubro de 2010).
Cavaco Silva, que tinha uma imagem idónea, acaba de perdê-la com o caso SLN. Está provado que comprou acções a preço privilegiado, mas como as comprou e vendeu pessoalmente a Oliveira e Costa, o preço é acordado entre ambas partes sem interferências legais e as finanças não podem interferir para averiguar se acaso quando as vendeu, a SLN apresentava ou não lucros, senão o valor das acções seria inferior. A transacção seria ilegal, se tivesse sido efectuada através da SLN, pelo menos no valor preferencial da compra. Houve manifestamente favorecimento nesta operação e na da filha.
Amizade ou pagamento por favoritismo político, passado ou futuro?
Não posso omitir a minha revolta por constatar que integrantes da Comissão de Honra do Presidente são pessoas de idoneidade duvidosa (http://jornal.publico.pt/noticia/05-01-2011/exdirigentes-do-bpn-integram-comissao-de-honra-de-cavaco-20952813.htm), assim como também do Conselho de Estado (http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1245651).
Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és: é um adágio legítimo. Grande erro de Cavaco Silva.

A Assembleia da República é formada por políticos não eleitos por mérito. São uma colectividade favorecida pelo servilismo à cor, que estão acima dos cidadãos em todos os aspectos e com privilégios ofensivos para a moral Portuguesa. Claro que como animais racionais, detêm o poder da Nação e ditam as regras, para que o Presidente as promulgue à primeira ou segunda tentativa. É tudo uma questão de tempo e falta de bom senso. O Presidente da Assembleia é uma "marionete" a fazer de árbitro, mas que não tens cartões. Limita-se a controlar tempos de oratória, votos e a marcar faltas. Se aprovam Leis inconstitucionais que são devolvidas pelo Presidente ou pelo Tribunal Constitucional, é porque nem a Assembleia nem o seu Presidente, cumprem o seu trabalho cabalmente.

O Governo é um covil de ineptos intrujões, capitaneados pelo pior exemplo de integridade e eficiência que este país alguma vez teve. Desde a famosa Revolução dos Cravos, que temos sido enganados pela nossa ingenuidade política ou comodismo.
Sócrates é o melhor falante que jamais tivemos. Prolífero em promessas e contradições, só tem alimentado a máquina da corrupção, por acção ou omissão. Este governo só tem manifestado a intenção de adquirir mais poder ainda, para continuar a cometer as atrocidades visíveis. O caso BPN que todos conhecemos, é o fundo de maneio dos partidos e tem que ser salvo, para continuar a alimentar a corrupção neste país e para enriquecer os dedicados lacaios dos partidos no poder.
Todos os membros deste governo, alguma vez já mentiram ao povo duma forma tão descarada, que deveria ter como consequência, a resignação. Mitómanos impunes, pelo poder de detêm.
O segundo pior, depois de Sócrates é o Ministro Teixeira dos Santos. Uma vergonha nacional.
A manifesta arrogância dos membros do governo, é uma afronta para qualquer ser digno, mas a força do poder centralizado, permite todas as afrontas que padecemos.

Os Tribunais são a maior vergonha deste país. Conheço pessoalmente alguns juízes e defendo a integridade de muitos, mas contudo, não posso deixar de me assombrar por um Órgão de Soberania ter um sindicato. Esta aberração Constitucional, só é passível por serem funcionários públicos. São os intocáveis da Nação e os trabalhadores explorados. Em qualquer país que se preze de ser independente, esta situação ambígua é insustentável. Sabem que a maioria das leis estão mal elaboradas, no entanto não detêm o poder de as alterar. Onde reside então a sua soberania? Na subserviência à Assembleia que é outro Órgão transversal? Tudo é uma descarada mentira e a Constituição da República Portuguesa é uma fraude e um livro de ficção política, com a cumplicidade de todos os enunciados Órgãos.
Porque razão Dias Loureiro continua em Cabo Verde? Por não haver extradição? A Europol para que serve? E a diplomacia com Cabo Verde não pode ser uma ferramenta de pressão, para que o declarem pessoa não grata? Esta parte é do foro do Presidente da República  mas também sei, que o Presidente não vai estragar as férias do amigo. Então onde anda o exemplo da justiça? Ou não precisam de dar exemplos, por estarem tão acima dos simples mortais, nós, o povo comum Português?

Resumindo, não me revejo na actual classe política. Até Passos Coelho que pensei como um alternativa viável, acaba de proferir a afirmação ridícula de que "se o FMI entrar, o país deve ir a votos" (sic).
Dr. Coelho, quando o FMI entrar oficialmente, a agenda eleitoral legislativa não poderá ser antecipada.
A classe política em geral, mistura os negócios com a sua missão política, enveredando por uma promiscuidade exacerbada, que se tornou na doutrina da nossa sociedade.
A desigualdade das regulações legais e fiscais entre as actividades públicas e as privadas, coarctam qualquer oportunidade das empresas privadas, vingarem legalmente neste país.
As manigâncias contabilísticas utilizadas pelas empresas públicas são reconhecidas com bonificações escandalosas aos responsáveis, enquanto que uma simples falha de lançamento no plano de contas duma PME, é sancionado com multas e coação.

Os nossos políticos em geral, são protagonistas dum mau filme de ficção em que assumem identidades desprovidas de sensibilidade social, cujos objectivos pessoais atingem tão elevadas proporções gananciosas e artificiais, que dignificam o mais invejável museu de cera animado. São autênticos clones desprovidos da lealdade e do bom senso, tão necessários ao povo ingénuo e atraiçoado que somos todos nós, quando os distinguimos com o aval do nosso voto, cego e colorido.

Esta é a nossa "Pandora", cada vez que é aberta a caixa, nova surpresa má se nos apresenta.
Só nos resta a alternativa dum Governo de Supervisão Presidencial, já referido em diversos artigos classificados como "Presidente" na faixa direita deste blogue, nomeadamente O Desastre iminente e o Presidente, publicado a 09 de Outubro de 2010.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Polícia de trânsito corrupta?

Felizmente para o país, a maioria dos membros das nossas polícias, ainda estão limpos da mancha da corrupção. Mas contudo, não devemos passar por alto certas tendências que se estão manifestando de formas pouco tranquilizadoras e em incremento.
Tive conhecimento por conversas privadas, de que a vulnerabilidade humana aliada às dificuldades económicas, estão a distorcer a moral de alguns elementos da polícia. Claro que foram apenas conversas que não chegam a lado nenhum, mas que me alarmam pois já vivi o seu exemplo.

Passei por um episódio grotesco, que quero transmitir ao conhecimento dos meus leitores.
Nada disto que vou apresentar é passível de prova por carência de testemunhas presenciais, estavam dentro do carro, mas o facto é verídico e sei que já vários passaram por situações idênticas.

A única infracção ao código de estrada que me foi imposta alguma vez foi numa perseguição duma viatura descaracterizada da BT, na A1. Viajavam a cerca de 20 mts. detrás da minha viatura, fazendo mudança de luzes (máximos/médios), quando íamos à velocidade de 145KM e estando eu a efectuar uma ultrapassagem múltipla a três camiões que seguiam demasiado juntos. Apreensivo pela proximidade da viatura que me seguia, acelerei para ultrapassar os camiões o mais rápido possível e depois passei para a faixa da direita, permitindo a liberdade de circulação na via da esquerda, para o apressado BMW continuar o seu caminho sem me atropelar.
O dito apressado não me ultrapassou e manteve-se à retaguarda à minha viatura, agora sem fazer sinais de luzes, à velocidade de 140KM. Qual não foi o meu espanto, quando após 3 ou 4KM (deram espaço de segurança aos camiões que vinham atrás) reparei que ligaram a sirene e os pirilampos azuis, fazendo sinal para encostar na berma.
Duma forma altaneira, acusaram-me de ter atingido a velocidade de 166KM. Ao negar tal afirmação, mostraram-me o vídeo e efectivamente era o que registava o mesmo, no momento da ultrapassagem dos camiões e eram também visíveis, à direita.
Argumentei que havia sido pela "pressão da proximidade deles" e de nada serviu, encolerizei-me e tentaram conversar comigo, desta vez mais condescendentes e com alguns argumentos pouco convincentes disseram que me vinham seguindo desde vários quilómetros antes, onde se registava a minha velocidade entre os 140 e 155KM. Perguntei então porque não me autuaram a essa velocidade, e criaram uma situação de insegurança para os dois veículos obrigando-me a acelerar para me autuarem então? Nada responderam e disseram-me que seria muito grave para mim ser inibido de conduzir e se eu continuava a discutir com eles, seriam obrigados a autuar-me com a nota de discutir com a autoridade e que a coima seria mais elevada.
Respondi-lhes que não me assustavam e não lhes dava dinheiro nenhum. Autuaram-me.

Exigi que o vídeo ficasse em arquivo e ameacei-os de que se recebesse algum aviso de inibição de conduzir, levaria o caso a tribunal e ainda que nada pudesse provar na tentativa de corrupção porque não tinha testemunhas, podia provar a perigosa condução deles e que faria tal escândalo nos média, que eles teriam problemas sérios demais para poderem controlar.
Furioso com a situação, continuei a minha viagem normalmente, até que reparei que me ultrapassava uma viatura comum, seguida pelos corruptos polícias. Segui atrás deles, ultrapassamos a viatura antes mencionada e eles continuaram a acelerar. Alcançamos a velocidade de 217KM, até que os polícias saíram no desvio para Fátima. Tenho provas nos ocupantes da minha viatura desta infracção da BT Portuguesa. Segui em frente, abrandei para os meus normais 155KM e nunca mais os vi.
A carta que recebi elogiava a minha condução segura e referia que por haver sido primeira vez que tinha cometido uma infracção, não seria sancionado com a inibição de conduzir.

Esta tentativa de corrupção passou comigo. No tempo do Salazar nunca vivi uma situação destas.
Será apenas uma consequência da situação económica ou antes uma nova forma de vida, seguindo o exemplo dos dirigentes sobre quem tantas suspeitas de corrupção pairam?

Antes era usual proferir o sábio provérbio de que não há fumo sem fogo.
Será que alteraram este antigo adágio? Agora há fumo e não há fogo, quero dizer: Corrupção.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Vitória Açoriana

César I - o Açoriano







 Pela segunda vez em que os Açores enfrentaram o continente, o governo central e o Presidente Cavaco Silva, voltaram a ganhar, impondo a vontade insular sobre a Constituição Nacional.



Na primeira vez que declararam a insurreição contra o poder central, em que retiraram ao presidente a possibilidade de dissolver a Assembleia Insular segundo a mesma Constituição utilizada para o continente, lograram com muito êxito que o Presidente Cavaco, criasse uma expectativa alarmante em todo o país.
Nesta oportunidade, Carlos César declarou: "Porque nós não recebemos lições de portuguesismo de nenhum juiz nem de nenhum titular de qualquer órgão de soberania" (http://fiel-inimigo.blogspot.com/2009/08/carlos-cesar-joao-jardim-em-versao-pos.html)

Nesta segunda insurreição, manifestam a sua pretensa independência administrativa e oficial indiferença em relação ao poder central, obtendo uma estrondosa vitória absoluta sobre o continente.
César apregoa bem alto e sem lugar a dúvidas, que nos Açores mandam quem lá mora.
Quanto às remunerações compensatórias aos funcionários públicos, declara que não custam um cêntimo ao Estado nem a nenhuma região do país. Será dinheiro proveniente da venda de droga ou de lavagem da máfia Russa ou Italiana? Tenho direito a perguntar e a ter dúvidas. (http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=457235).

Todos os Portugueses vão passar privações com as medidas de contenção obrigadas por quem manda, mas os Açorianos não.
Os Açorianos não são portugueses e têm um "homem" à frente do governo insular: Carlos César.
Esta posição independente do governo Açoriano, vem provar que em Portugal não há um governo central que mande no país, nem um presidente que defenda a Constituição Portuguesa.

Quem poderá acusar alguém que se subleve contra o governo ou contra a Constituição, depois deste exemplo impune?
Quem nos representa na Assembleia e perante o mundo?
Quais são afinal os Órgãos de Soberania?
Avé César.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Brasil


Um exemplo para a mulher Portuguesa e para as mulheres de todo o mundo.
Têm sido as mulheres desta estatura política, as que maior êxito alguma vez obtiveram na resolução dos problemas e na salvação dos respectivos países.

Pela primeira vez na história deste belo país, uma mulher ocupa o mais elevado cargo público e representativo do povo mais pacífico e hospitaleiro do mundo.
Esta espantosa e admirável mulher, dedicada à mais nobre das causas, que é o seu povo, é uma verdadeira e legítima "mulher de armas".

Dilma Rousseff é considerada pelo governo a gerente do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC). Lula também a chamou de "mãe" do PAC, designando-a responsável pelo programa em todo o país e informando que a população deve cobrar dela o andamento das obras. Quanto ao ritmo das obras, Dilma alegou que o país não tem o elevado grau de eficiência da Suíça, mas tem conseguido acelerar os maiores projectos e contribuiu para colocar o Brasil na esfera mundial como a 8ª economia mundial.

Se Lula foi a maior surpresa política mundial, com os resultados económicos e sociais mais surpreendentes, alguma vez alcançados por qualquer país, Dilma Rousseff como sua pupila, será a continuação da sua obra e consequentemente, outro exemplo de que não existem impossíveis, quando a abnegação pessoal e a integridade na política, são postos ao serviço do seu povo.
Esta escolha tão inteligente do eleitorado esclarecido do Brasil, colocará esta grande Nação no topo dos países mais ricos, industrializados e estáveis do mundo.
Brasil já é um exemplo na América Latina e ultrapassando todas as expectativas, será em breve o maior exemplo no mundo, de todos os exemplos políticos a utilizar, para vingar nesta sociedade global.

Acredito que ficará para a história mundial, como a 5ª mulher mais dedicada e eficiente no desenvolvimento e independência total do seu respectivo país.
Será um exemplo a seguir por todos os políticos do mundo e ainda mais pela Mulher Portuguesa, que está tão ausente da nossa esfera política.

Parabéns Dilma.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Mulher Portuguesa

Elejamos este, o ano da mulher Portuguesa.

Desde a génese que a mulher sempre e cada vez mais, vem desempenhando uma preponderância legítima e louvável na sociedade. É a multiplicadora da espécie por excelência. É o alimento básico e sustentável, da moral na humanidade. Produtora e dinamizadora das melhores emoções e afectos, a sua criatividade e capacidade gestora, têm sido testemunhados desde o primórdio.

Esta espécie do mundo animal é, sem sombras de dúvidas, o eixo da sociedade global.
Em paralelo e proporcionalmente, é também, a espécie mais subjugada do planeta, no reino dos racionais.

Nos países mais evoluídos, o seu mérito tem sido reconhecido e continua em crescendo.
Ironizando esta manifesta evolução mundial, em Portugal tem progredido mais lentamente e com tendência à negação, pelo seu condicionamento social, neste país e machos.

Senão, vejamos os valores proporcionais da população feminina em Portugal, que é cerca de 53% do nosso universo e a sua intervenção no país actual: 
Educação: (média, desde o 1º ciclo à superior) 52,4% 
Emprego: (média do mercado laboral) 41,7% 
Remuneração: (comparativa) - 37% (valor negativo) 
Salário mínimo: 128,3% 
Desemprego: 111,45% 
Assembleia (2009): 27% (contraria a ignóbil Lei da Paridade de Bruxelas, que exige 33%) 
Câmaras Municipais (2009): 6,7%



É drástico o panorama e tende a piorar. Já estamos na cauda da Europa com estes valores.
A culpa deste triste e desigual quadro, é da própria mulher que se alheia da responsabilidade de lutar pelo reconhecimento social e legal, dos seus direitos.

O povo português em geral, está ausente dos deveres de cidadania, em relação à política. Realmente é desanimadora a nossa política mas é uma táctica dos governantes, para terem êxito nos seus desmanes e a mulher, é a principal sacrificada.
A mulher actual, por regra não se envolve na política. Quando confrontada, argui que os seus interesses são o ambiente ou a educação. Esta indiferença manifestamente emocional, aumentará a disparidade dos valores anteriores, com desfechos desagradáveis para todo o povo.
A mulher é emocional e menos materialista, tem um papel moralizador na nossa política e não podemos permitir que a sua indiferença, prejudique o rumo do país.

Apelo à mulher Portuguesa, para que se levante na exigência dos seus direitos de igualdade e que lute pela sua afirmação na sociedade, actuando igualitariamente em todos os teatros sociais.