O primeiro debate desta noite foi a primeira vergonha debatida nestas eleições. São o típico exemplo de aspirantes a galos sem saberem cantar. Nenhum dos dois manifestou seja o que for em benefício do país. Pura e simples retórica, estudada ou receitada.
Começaram mal os debates presidenciais. Começaram com ataques pessoais, defesas curriculares e acusações daquilo que o outro não sabe fazer. Errado!
Vergonha para a audiência, pois só defenderam dogmas e vaidades. Errado!
É mais uma tentativa de tentarem provar que este povo é estúpido. Errado, não o somos!
Nenhum deles sabe o que fazer com o país. Só dizem que fariam melhor, mas não o quê.
Presumo que esta estupidez seja o argumento de todos. (Espero que Cavaco não diga que fará melhor agora… prefiro que seja mais do mesmo, sem surpresas)
Melhores presidentes quando a Constituição condiciona a actuação dos mesmos?
Acreditarei naquele candidato que manifestar a necessidade de mudar a Constituição, a fim de que o presidente tenha um papel mais determinante nos destinos do país.
A bem da Nação.
Fernando Lopes, foi mais seguro do seu papel e defende o indefensável, mas foi consequente consigo próprio e com a política que defende. Ainda não tendo qualquer predicado favorável ao presidencialismo e sabendo que está a perder tempo, é honesto com a sua política, consequente com o trabalho de casa e genuíno.
Fernando Nobre, defendeu a sua óptima capacidade de intervir na ajuda e trabalho social, actividade que desempenha com muito mérito. Mais nada. Está nesta campanha para criar uma posição de protagonismo político, mas não sabe onde assentar os seus pés. O seu passado político já o queimou (Ver o artigo: Pátio das Cantigas). Esta não é uma meta a que possa aspirar. Não tem história credível, nem capacidade de liderança. Até um cego vê que nem ele acredita no pouco que diz. Falta-lhe a força da convicção que se obtém da segurança interior. Mostrou-se inseguro e cambaleante, porque não sabe fazer política e não conhece o terreno que pisa.
Deveria retirar-se desde já e poupar dinheiro para se candidatar à gestão hospitalar, aí sim, certamente faria um trabalho mais eficiente.
Como não o identifico como corrupto e confio na sua humanidade social, terá o meu voto.
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