Esta greve envolveu muitos trabalhadores, mas não foi geral. Sindicatos frustrados.
Os números do governo e os dos sindicatos, manifestam diferenças enormes como já é hábito. Ninguém pode acreditar nos números de nenhum deles. Todos mentem.
Houveram violações de piquetes que impediram muitos de trabalhar e serviços mínimos não cumpridos, segundo a própria Lei da Greve. Estas são a liberdade que defendem. Cínicos.
Outros trabalhadores que não compareceram nos respectivos locais de trabalho, apenas se deveu à impossibilidade de circulação pela irregularidade dos transportes públicos.
É outra forma de coação mas indirecta e outros ainda, ficaram em casa a cuidar dos filhos.
A adesão à greve foi cerca de 35%, directa e indirectamente.
Se estes números são um êxito, será para os líderes demagogos, pois para o país, é negativo.
Os trabalhadores são sacrificados em todos os países, principalmente nas primeiras economias mundiais. Até no Brasil, a 8ª economia mundial, os trabalhadores são sacrificados. Por toda a América Latina, USA e Canadá, os trabalhadores não têm direitos nenhuns. Na Europa, Ásia e Oceânia há muitos países exploradores dos trabalhadores.
Coitados dos trabalhadores. Abaixo os patrões.
Estas são as consignas dos nossos sindicatos. Comunistas na sua essência, ainda vivem no passado. O comunismo já acabou e até o último bastião que é Cuba, já reconheceu que o modelo comunista tradicional vai ter que ser mudado, começando pelo despedimento de 1 milhão de trabalhadores.
No entanto por cá, o marxismo é a saída para a crise. Líricos.
Somos um país comunista disfarçado. Pejado de demasiados políticos cobardes, incapazes de cumprir o seu dever na defesa do povo e de oportunistas partidários e de ladrões protegidos.
Curioso é o facto de que nos países em que a protecção dos trabalhadores é mais liberal, há menos desemprego, mais produtividade e melhores ordenados.
Onde está então o erro? Na protecção dos trabalhadores ou na possibilidade dos patrões despedirem quem não trabalha como deve ou se, se alterarem as condições do mercado?
Os custos laborais são elevadíssimos. Os trabalhadores recebem 14/15 meses e trabalham só 11. A taxa de 24,5% paga pelas empresas à Segurança Social, é menos dinheiro para os trabalhadores ou para salvar as mesmas da falência. São demasiados os encargos laborais.
Nos países cujas economias são mais estáveis e produtivas, a liberação laboral, é directamente proporcional. Em Portugal, ao contrário do que dizem os sindicalistas, os trabalhadores, estão viciados na ineficiência, baixas fraudulentas (cerca de 12% da massa trabalhadora) e faltas injustificadas.
Reina a mentalidade do patrão explorador que rouba os empregados. Complexos marxistas.
Mais de 40% das empresas portuguesas, não têm possibilidades de pagar os subsídios de férias nem de Natal. Que vão fazer os trabalhadores? Queixarem-se ao tribunal? Só conseguirão mais falências e despedimentos. Se falam tão mal dos patrões que são exploradores e ladrões, deveriam tornar-se patrões e moralizar a classe. Mas não o fazem, porque deixariam de poder falar mal dos patrões.
Digam aos vitalícios cabecilhas dos sindicatos, que o façam.
Há milhares de trabalhadores "sanguessugas" nas empresas e entidades do Estado. Entre institutos, fundações e empresas públicas, há mais de 2.000 entidades que dão prejuízos.
Coitados dos trabalhadores que tanto sofrem nestas empresas. São ingénuos ou cúmplices?
Esta greve que não foi geral e causou mais de 300 milhões de euros de prejuízo ao país.
(Mais um feriado como dizem alguns cínicos, como se já não tivéssemos demasiados)
São os trabalhadores que vão pagar, quando terminarem com os subsídios de férias e de Natal.
Nada conseguiram com a greve e nunca o vão conseguir com medidas destas.
Há outras formas de acabar com a corrupção, do mercantilismo do poder e da roubalheira descarada de alguns elementos da classe política e dos seus afilhados, começando pelos presidentes (salvo Ramalho Eanes) e pelos que exercem os poderes executivo, legislativo e autárquico. Inclui os activos e os passivos.
Num próximo artigo deste blogue, manifestarei a "minha" solução.
Ninguém vai mudar este país. Lembro a tranquilidade dos tempos da minha infância.
ResponderEliminarÉramos mais ricos e éramos independentes.
Hoje com tantas dívidas, somos pobres e como tal morreremos.