O Fundo Monetário Internacional, é um papão por comilão.
Ele já cá está indirectamente e iremos receber a sua visita em breve, porque nos portamos mal.
Não o confundam com o papão para meter medo. Não devemos ter medo do FMI, porque ele não assusta nem é um fantasma. Não assusta porque já o conhecemos.
Endireitará o país desta forma e com estas consequências para o governo e para o povo:
Governo:
1º Suspensão imediata de todas as obras públicas em concurso.
2º Análise destas obras em curso, para a consideração da sua possível suspensão, dos valores contratados e o controlo das folclóricas derrapagens.
3º Análise da eficiência dos trabalhadores públicos e redução dos quadros em excesso.
4º Eliminação das instituições redundantes dentro da administração.
5º Privatização de todas as empresas do estado, que apresentem prejuízos.
6º Eliminação das parcerias público / privadas.
7º Redução imediata nos gastos sociais, com maior incidência nos subsídios.
8º Eliminação das folclóricas fundações, sugadoras do erário público.
9º Suspensão imediata da aquisição de bens móveis e imóveis e venda dos excedentes.
10º Controlo sobre a reformas duplas e triplas, dependentes da administração do estado.
11º Redução nas importações de produtos considerados de luxo.
12º Recomendações para a reforma da Administração, Justiça e Segurança Pública.
Povo:
1º Aumento do desemprego, que estimo cerca dos 20%.
2º Redução dos ordenados e privilégios especiais.
3º Despedimentos massivos sem as actuais indemnizações.
4º Convulsões sociais violentas, com a violação da integridade dos bens de terceiros.
5º Suicídios.
Não devemos ter medo do FMI, devemos sim, gritar bem alto NÃO AO FMI e obrigar o governo a agir de imediato.
Manifestemo-nos não como partidos ou sindicatos, mas como povo livre, exigente dos seus direitos já consagrados na constituição.
Nota: Há formas de evitar este desastre, que apresentarei num próximo artigo.
Como é um entendedor nato de futurologia politica,abandone tudo e monte consultório na assembleia da Républica. Apanhe-os à entrada e dê-lhes na cabeça. Dê mesmo até lhes rebentar os "Cornos".Eles merecem.
ResponderEliminareSe uma das medidas do FMI fõr a de filtrar as reformas chorudas que existem por aí, estou de acordo. Considero que essa realidade deveria já estar vigente.Imagine-se o que o Estado iria arrecadar se acabasse com as duplas e triplas reformas que existem por aí.Os reformados ficariam com a maior e as outras ser-lhes-iam retiradas.
ResponderEliminarSeria mais justo do que retirar 5% do ordenado de quem trabalha. Sobretudo daria para não tocar nos ordenados inferiores a € 2500.00.
Tambem acredito numa convulsão social para breve.
o pá deves ter a mania que és unico.dá-se um pontapé numa pedra e saiem cinquenta iguais a ti.escreve coisas para indireitar mesmo esta merda toda. é dificil pá.não te armes em poeta nem em sabichão
ResponderEliminarExmo. Baldroegas,
ResponderEliminarApenas duas certezas, que não sou único e que se der um pontapé numa pedra, certamente ficará com o pé lesionado.
Estou a seguir o seu conselho, escrevendo coisas para endireitar esta ***** toda.
Sim é difícil, mas fazível com vontade política.
Não sou poeta e "ainda" não logrei alcançar o grau de sabichão.
Obrigado pelo seu comentário.
Surge Janeiro frio e pardacento,
ResponderEliminarDescem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o Decreto da fome é publicado.
Edita-se a novela do Orçamento;
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.
E enquanto à fome o povo se estiola,
Certo santo pupilo de Loyola,
Mistura de judeu e de vilão,
Também faz o pequeno "sacrifício"
De trinta contos - só! - por seu ofício
Receber, a bem dele... e da nação.
De JOSÉ RÉGIO - Soneto escrito em 1969.
Tão actual em 1969, como hoje...
E depois ainda dizem que a tradição já não é o que era!!!
Carlos Las Heras
obras públicas / TGV
ResponderEliminaro nosso primeiro disse na TV que eramdinheiros comunitários e portanto... no problem faz-se!!
suspender porquê?
( não será o TGV parte de uma qualquer estratégia espanoibérica?)
sentir-me-ia mais animada se fosse uma estratégia europeia.Divago. TZ