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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Início da Crise Mundial

É uma crise provocada por objectivos consumistas a nível global e promovida por interesses políticos, oriunda do poder financeiro mundial, com os bancos americanos à cabeça.
O resultado excedeu as expectativas de desestabilização programadas pelas forças financeiras envolvidas, em virtude do descalabro da crise do subprime em 2006, pelos empréstimos de alto risco que foi a maior manifestação usurária, da ganância financeira.
A volatilidade dos mercados de oferta e a insuficiência das reservas legais de risco, alheadas à carência estratégica da adequada fiscalização por parte do governo federal americano, trouxeram como resultado o desequilíbrio das carteiras de diversos bancos. Toda a cadeia inter-bancária foi sacudida e esta situação alterou o valor das acções nas diversas bolsas, sendo necessário um reforço de capital.

Quando começaram os retiros das diversas aplicações exteriores, descobriu-se a fragilidade do sistema financeiro americano.
A falta de alavancagem autorizada pela Reserva Federal foi o detonador inicial e provocador do efeito dominó, a nível mundial. Não é importante quem deflagrou este efeito, mas sim as práticas utilizadas que permitiram este resultado e aprovadas pelos bancos centrais de todos os países.

Todo o sistema financeiro dominante, tinha como propósito o endividamento dos povos com o intuito do enriquecimento acelerado dos detentores do capital e a ampliação da sua influência política.
Esta prática começou nos anos 70 e 80 na América Latina, continuou no 90's com a crise Asiática e Russa, terminando no início de 2001, com uma nova crise Argentina. Todas estas crises ou bolhas especulativas tiveram como resultado a dependência deste países, do Banco Mundial através do FMI. As diversas ajudas económicas outorgadas para as respectivas recuperações económicas, resultaram na subserviência à política externa Americana, tal como as conhecemos hoje.

A Europa ainda não tinha sofrido os efeitos desta artimanha política. Chegou a hora da Europa em geral, depender destes poderes dominantes. Ressalto "em geral", porque há interesses financeiros europeus, que são aliados neste esquema político global.

As famílias Rothschild e Rockefeller desde sempre foram os motores da economias mundiais. Hoje têm parceiros em todo o mundo industrializado, que lutam pelos mesmos interesses de domínio político universal.
Estão a lograr os seus objectivos à escala global. Já consolidaram a sua influência nos continentes Americano, Oceânia, Africano e agora Europa. Quanto à Ásia, cuja ponta de lança é o Japão, está com mais dificuldades, pela maior influência religiosa Muçulmana.
Todas as crises económicas mundiais, têm sido provocadas pelos interesses políticos dominadores.

Em Europa há diversas correntes contrárias, com as quais souberam lutar no passado ao apoiarem o movimento Bolchevique em 1917, levando à morte dos Romanov, quando após a Primeira Guerra Mundial, Nicolau II prometeu fazer da Rússia, a primeira potência industrial do mundo.
Esta promessa, não foi bem recebida pelas famílias ocidentais mais poderosas.

Toda esta crise actual, foi provocada com interesses vis e fugiu ao controlo dos seus fomentadores.

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